terça-feira, 19 de novembro de 2013

Filosoficamente Soneto

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Consumido em verso de silêncio
tão calado em sua vil contemplação
restringido as dores do coração
relendo aforismos de Confúcio.

Renascendo atroz em berço esplêndido
tão calado em sua vil observância
limitado a lentidão da ascendência
relendo anotações de um arrábido.

Relíquias austeras ou filosofais
anotações dos livros de Lamennais;
tentando Anaxágoras ou Sócrates

refazendo as juras de Hipócrates;
relembrando a sina de todos eles,
chegando a poética de Aristóteles.


Jonas R. Sanches
Imagem: Google

2 comentários:

  1. Olá Jonas! Fiquei muito feliz com a tua honrosa visita e, principalmente por teres te tornado seguidor do nosso humilde espaço. Espero que voltes mais vezes, pois será sempre um prazer renovado. Eu, particularmente, aqui voltarei, pois, além de teres um espaço interessante e bastante aconchegante, tomei a liberdade de me tornar teu seguidor, isso até quando permitires, é claro. Belíssimo soneto! Parabéns!

    Abraços,

    Furtado.

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    Respostas
    1. Muito obrigado pela visita e por me seguir Rosemildo.

      Abraço!

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