sábado, 13 de julho de 2013

Soneto Navegante dos Mares Assombrosos de Netuno

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Navios fantasmas mercadores de almas
vindos flutuantes das ilhas da morte
concebendo meu futuro na palma
das mãos finas de um cigano consorte

ou, de um pirata de olhar em vivalma
desabrochando nas flores da sorte
ao som de um beijo do canto que acalma
das harpas brutas dos ventos do norte.

Histórias perdidas, tempo dos mares;
e o grito de Netuno é profundo
e, seus jardins são de pedunculares

e, seu tridente divino oriundo
ressurgindo em fantasmas regulares
e, assombrando a fragata  do mundo.


Jonas Rogerio Sanches
Imagem: Google

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