segunda-feira, 19 de março de 2012

Paz Interior

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Mantendo a paz interior eu enfrento
Todas as injúrias vomitadas pelas bocas
Cegas que dizem sem mesmo compreender
Que o eterno é sempre agora

É nessa mesma paz que enfrento eu mesmo
Mergulhando no abismo da transcendência
Direcionando meus tentáculos de luz
E agarrando-me a segurança de um novo porvir

Mas as falsas bocas insistem em blasfemar
Contra a verdade... Dura e temerosa
Pois seus mundos ruiriam... Torres de Babel
Apoiados em alicerces sobre a areia

Mesmo assim continuo em paz
Pois o sol me disse um dia desses
Que a verdade tem várias faces
E se demonstra no semblante de cada alma

Olho-me no espelho da vida e admito
Pois nessa paz vejo minh’alma... Em poesia
Descrevendo minha verdade... Sua mentira
Fitando o rosto solar até cegar-me

E voo com os ventos... Viajando o tempo infinito...


Jonas Rogerio Sanches 
Imagem: Google

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