domingo, 7 de setembro de 2014

Soneto Veemente Majestático

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Majestosos os colibris matinais
nas flores da janela do universo
e o beijo da natureza no verso
misturado as ramas dos matagais.

Meu espírito livre de passarinho
voa... Voa, bate asas pelo infinito;
minh’alma ressoando o seu grito
em soneto brando em desalinho.

Majestosa a poesia que transcreve
em letra e dialeto que embevece
os auspícios mais bonitos, coração;

às súplicas veementes da oração
e, o poeta nunca se ensoberbece
pois, é homem-simbiose quando escreve.


Jonas R. Sanches
Imagem; De Onderduikers Van de Van Dyckkaal

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