domingo, 28 de setembro de 2014

Poesia em Branco e em Cores

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Poesias em branco,
sentimento vazio,
a lua vai junto da noite

por caminhos infinitos
e, o poeta é a inércia
de um olhar contemplativo

que vigia o cosmo,
que vigia as estrelas adormecidas
em lúdicas madrugadas

por onde curiangos piam
taciturnos e alvoroçados;
poesias em cores sublimes,

sentimentos vastos,
a lua é o beijo no firmamento
que sobrevoa os sonhos

e, o poeta é o próprio sonho
sonhado diariamente,
soprado em ventos antigos,

tão antigos que perderam-se no tempo,
tempo de poesias em branco
ou todas as cores em um último verso.


Jonas R. Sanches
Imagem: Rémy Donnadiem

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