quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Visão de Xamã

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Quantos impossíveis fizeram-se possíveis
Na poesia... Escrita... Dita... Que grita!
E regurgita... Palavras desditas
Nas psicoses da amanita muscaria

Quantos sóis se puseram antes de amanhecer
Esse dia de cores cortantes e pulsantes
Que alimentam a visão do velho xamã
Olhando as lembranças do amanhã

E as estrelas caídas no meu quintal
Apagaram-se e deixaram vestígios
De um mundo distante e vibrante
Onde foram deixados todos os sortilégios

Caí em pranto e levantei sorrindo
Quando reli as anotações do hierofante
Que escondiam o princípio de tudo
Símbolos perdidos que me deixaram mudo

E mais uma vez chorei...



Jonas Rogerio Sanches
Imagem: Google

2 comentários:

  1. Que lindo poema!!! Adoro passear por aqui, neste vale encantado!
    Tenha uma ótima quinta-feira!
    Beijos no coração!♥
    Mari

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    Respostas
    1. Obrigado pela visita e comentário Mari, fico feliz que goste do meu humilde espaço... Volte sempre que sentir vontade, pois será sempre bem vinda.
      Tenha uma ótima quinta-feira também e um grande abraço!!

      Excluir

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