terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Poeta Adormecido

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Pelos flancos da vida vou seguindo
Atrelado ao meu determinismo
Mas o poeta interior está adormecido
Antes mesmo de a noite ter amanhecido

E o sol atrasado e preguiçoso
Cede alguns minutos a última estrela
Que agradece e brilha sorrateira
Na manhã que logo se incendeia

A lua leitosa abandona a timidez
E ao astro rei mostra sua tez
Brindando o dia com presença agraciada
Banhando a noite com sua face prateada

Dias e noites de beleza interminável
Sol, lua e estrela nesse ciclo inefável
E o poeta continua adormecido
Mas seu olhar sempre certeiro e preciso


Jonas Rogerio Sanches
Imagem: Google

2 comentários:

  1. Aplausos meu amigo!!! como sempre uma belissima composição***

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    1. Obrigado pela visita e pelo comentário Mel... Tenha um dia iluminado e uma semana repleta de realizações.
      Abração!!

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