Enquanto o poeta adormeceu pelos idílios
a natureza despertou lírica e febril,
as árvores dançavam cores esmeraldinas
e, os peixes cantavam às profundezas do rio.
Paixão bucólica no verso simples e pastoril
serpenteante por entre os céus da poesia
que tem estrelas e firmamentos tão luzidios,
que voam pássaros de olhares desassombrados.
E o menino empunha a pena em bafejado
para discorrer em suas linhas o mar senil
depois coloca em uma garrafa o seu poema
para manda-lo por entre as ondas azuis anil.
Paixão bucólica na flor retórica tão multicor,
jardins suspensos por pensamentos tão arredios
e as borboletas cores discretas retém langor
enquanto os anjos entoam cantos, sons e clangor.
Jonas
R. Sanches
Imagem: Joan Miro
Oi Jonas, bonito poema!
ResponderExcluirum abraço
Meu novo Blog http://papyfm.blogspot.com.br/
Obrigado Fatima, já estou seguindo o teu blog!
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