Depois da última chuva
bailaram infinidade de aleluias,
foi bailado de asas em decomposição
e, foi a composição da canção lunar.
Bailam os sonhos em vendavais,
bailam as mariposas em lamparinas
e, o bailado de estrelas não cessará
pois, há pirilampos brilhando no olhar.
Depois da última chuva
bailaram infinidade de borboletas,
foi bailado de cores dentro dos corações
e, foi a composição da canção dos planetas.
Bailam os sonhos e os devaneios,
bailam os besouros dos meus feitiços
e, o bailado de estrelas não cessará
pois, a dança gira incessante na carrapeta.
Depois da última chuva
bailaram vertigens de tempestades,
foi bailado de nuvens ao som de trovões
e, foi a composição da canção da eternidade.
Bailam os sonhos e o relampejar,
bailam as sombras d’alguma penumbra
e, o bailado de estrelas não cessará
pois, a dança da vida é de insanidade.
Jonas
R. Sanches
Imagem: Google
Nenhum comentário:
Postar um comentário