quinta-feira, 20 de março de 2014

Do Ventre da Poesia

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Verossímeis versos de um Dante alegórico
em poemas fulminantes metafóricos
que explanam a mente do poeta aludido
que reside no verbo anônimo amigo.

E das vertentes poéticas analógicas
derramam-se nexos de proles lógicas
que carregam as palavras ao cume do sentido
que anexam sentimentos no olhar aturdido.

Então é somente o beijo da observação
e os escritos proliferam alguma inspiração
seja na flor ou no amor ou no desespero
o poema reflete uma alma em desvelo.


Jonas R. Sanches
Imagem: Google

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