Cada homem e cada mulher é uma estrela
como disse Aleister Crowley no Livro da Lei,
então sou de centelha, sou de poeira estelar
caminhando pela senda que leva de volta ao lar;
lar de maravilhas, éden que é foz da evolução
onde Anúbis mede as
faltas, pesa o nosso coração
com a Pena de Maat equilibra com exatidão
entre os erros e pecados, uma justificação.
Sou poeta que vela à luz da iniciação,
com Éliphas, com Blavatsky, Clavículas de Salomão;
sou a mão que se estende com a comiseração,
sou a espada da batalha que luta pela união
dos homens de fé, de toda religião
que se engasgam na muralha do ego, da perdição;
mas, quem sabe um dia desses olhem à imensidão
e então tornem-se a estrela que em verdade são.
Jonas
R. Sanches
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