quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Sobre os Sons e as Cores Mudas da Guerra

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Explico a sensação do olor da cor
que escorre pelas pétalas inertes
e o som do olhar parassintético
é o gosto complexo do entendimento;

tal qual o olor do som do vento
que é música infinita e colorida
pintando a tela de toda a vida
que subitamente torna-se morte;

e o olor agora é a cor da sorte
que se esvaiu co’a primavera
e a cor do som é a flor da guerra
tão necessária à plena paz;

e a paz tem o som do meu silêncio
que canta mudo a impressão d’outrora
e o tempo foi sem perceber as horas
mas, deixou um elã oblíquo à poesia.


Jonas R. Sanches
Imagem: Google

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