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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Soneto dos Cadáveres das Velhas Poesias



Sinto as ideias em proliferação
surgem cadáveres de velhas poesias
ressuscitadas na foz do coração
que retumbante se amaina em alegrias.

Sinto à vontade e chego à conclusão
que cada estrofe renasce em melodias
então regresso ao veio da inspiração,
diversifico novas cores aos dias.

Então eis que surge um beijo de insensatez
imaculado como a minha embriaguez
que pelas noites se faz necessária;

madrugada poética refratária
contida aos laços pseudos-momentâneos
que engole a flor; amores subterrâneos.


Jonas R. Sanches
Imagem: Google

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