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sábado, 12 de março de 2011

Fênix





Nas chispas do fogo ela surge
Labaredas no tempo que urge
Renovada em cores flamejantes
Em seu ciclo de vida constante

Na vida que nasce das cinzas
A fênix se materializa
Poderosa vem limpar essa terra
Transmutando esse homem errante

Suas penas multicoloridas
Refletem o sol quando voa
Sua força é de um elefante
Seu canto que ressoa distante

Hesíodo fez versos a ela
Calculando a sua idade
Mas a vida da fênix não termina
Pois é o símbolo da imortalidade


Jonas Rogerio Sanches
Imagem: Google

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