sexta-feira, 10 de junho de 2016

Poesia de Final de Outono

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Ah! A poesia é flor sem jardim
nas terras desconhecidas de mim
quando insurrecto meu elã
sem admoestações do amanhã;
pois, tem cerveja esperando a boca,
a mesma boca que grita louca

seus pensamentos às vezes pueris
mas, às vezes um poema louco
noutras o desvelo treslouco
de uma inspiração tresloucada
pelas vassouras das bruxas
que sobrevoaram os arlequins

daqueles circos de terrores falsos...
Ah... O beija-flor inebrie sobrevoou
as tumbas das rosas desfalecidas
numa manhã de final de outono;
enquanto o poeta e a poetisa
se aqueciam entre os lençóis...


Jonas R. Sanches
Imagem: Paul Bronsom

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