terça-feira, 9 de junho de 2015

Poltergeist

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Às vezes por onde cirzem meus poemas
são caminhos obscuros dos becos da alma
e a morte é espreitadora de cada momento
que surge inesperadamente nos labirintos
da ignorância da consciência humana
& o amanhã é o mesmo que ontem;
felicidade é anedota confusa do pensamento
que percorre os rios infinitos do infinito
e deságua na inóqua e estéril foz da ilusão
& Circe ri dos mortais nos bacanais incessantes
de Baco, mas os deuses eram hilários
enquanto observavam olhares cegos
que imaginavam uma nova era ao pôr do sol.


Jonas R. Sanches
Imagem: Pablo Picasso

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