sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Versos Sibilinos

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Eloquência em versos sibilinos
extravasados à mão do menino
que inda sonha o inverossímil,
que inda caminha o inexplorável

em vias abetesgadas e labirínticas
por onde o mágico abracadábrico
deixou um rito por detrás do mito,
deixou a lépida vereda de um erudito.

Loquacidade em versos de perícia
entornados à mão da borboleta
que inda voa por jardins babilônicos,
que inda sonha suas asas de veludo

que batem tépidas em busca do efúgio
que guarda o livro de teor cabalístico
que homizia o magno de um universo,
que recopila o todo apenas em um verso.


Jonas R. Sanches
Imagem: Johan Nesk

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