segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Dos Plúmbeos Olhares Lúgubres ás Simbioses dos Corações

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Nos plúmbeos olhos comiserados
do tempo ao relento às retinas
de onde a lágrima nua desatina
como de uma nuvem de precipitação.

Lúgubres sensações estereotipadas
e outras sensações de libertação;
simbioses entre o amor e o coração
que fazem despertar os cumes da emoção.

Plúmbeos amores e lúgubres lágrimas
destituídos de semântica e explicações;
morfologias espalhadas à luz do dia
que libertam os vocábulos da escuridão.

O coração é flor quando à poesia
e a sensação é carinho quando há uma flor
que brota e cresce junto ao jardineiro
que se entrega aos auspícios augustos do amor.

O coração é flor quando planta o poeta
sua semente imensa de uma inspiração
e as letras são pétalas em germinação,
e o poeta é jardineiro das almas perfumadas.


Jonas R. Sanches
Imagem: Google

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