domingo, 8 de junho de 2014

Soneto das Auroras Abissais

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Nas auroras relativas despertar
com o som da natureza e o gorjear
de um pássaro algures multicor
com suas penas e um canto de esplendor.

Nos jardins de caledônias contemplar
as vozes do surreal a desabrochar
em pétalas colores e velutíneas,
beijo de beija-flores em gramíneas.

Aurora salutar de pensamentos
tão sós a desabar em abissínios
momentos a revoar com os ventos

sozinho a vislumbrar os pandemônios;
sozinho a divagar em cordilheira,
sozinho a poetar dessa maneira.


Jonas R. Sanches
Imagem: Google

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