terça-feira, 3 de junho de 2014

Das Sinfonias Silenciosas da Natureza

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Ao escutar o silêncio da natureza
em seus sibilos poéticos de belezas
minha alma freme nua em espasmos
e então se cala e com a luz se intercala.

Silêncio eterno que é tão melódico
em melodias de introspectos senis
que são os cumes dessas harmonias
da poesias que refletem o que eu quis.

Ao escutar o silêncio da natureza
sinto o espírito em violência explodir
em supernovas em universos intermináveis;
em nova nota que da canção vem ressurgir.

Silêncio eterno que é a voz do sempiterno
falando às flores, cantando às pedras o som eterno
que rege a orquestra que por estrelas é aplaudida
na sinfonia elementar de uma vida.


Jonas R. Sanches
Imagem: Google

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