segunda-feira, 17 de março de 2014

Soneto das Almas Complementares

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Nossos olhares equidistantes
se observam sem se machucar,
interiorizam-se quase distantes
querendo saber se poderiam se amar.

Nossos quereres afrodisíacos
se complementam completamente
seguindo nossos espasmos cardíacos
na senda composta de corpo e mente.

Somos abelha e flor, rio e catarata,
somos estrela e lua, mar e fragata;
desejo e carne, amor e sensação,

poeta e caneta, uma alucinação.
Somos os versos de rima perfeita
pois sou seu amor e você minha eleita.


Jonas R. Sanches
Imagem: Google

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