segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Ostentação

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Ostento estrelas
o meu brasão é o firmamento
lá tem planetas e cometas
e minha alma em fragmento.

Ostento a vida
a minha morte é desalento
a minha força vem dessa lida
sua alegria é meu contento.

Ostento as flores
o meu jardim é fingimento
a poesia feita de cores
todas as pétalas ao vento.

Ostento a morte
a minha vida é o infinito
o meu verbo é a minha sorte
e o meu verso é como um grito.

Ostento as letras
o meu brasão é como um livro
minha caneta é tão discreta
pois nessa senda eu voo livre.


Jonas R. Sanches
Imagem: Google

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