terça-feira, 29 de outubro de 2013

Soneto Solar

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No sol que insurgiu atrás do monte
um brilho que se foi assim, sumiu
pobre daquele homem que não viu
a tarde indo embora assim infante

mas há quem viu, e foi assim contente
adentrando a noite, assim se redimiu
então na estrela o olhar se eximiu
e a vida foi um sonho constante.

No sol que surgiu na cordilheira
a iluminar-me de sobremaneira,
vistosos raios invadindo a alma

deixando uma certeza e uma calma;
deixando saber que o rastro é poesia
solar a iluminar com alegria.


Jonas R. Sanches
Imagem: Google

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