quarta-feira, 20 de março de 2013

De um Olhar de Pureza

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No fim da tarde
e da vida ambígua
quase terminal
a chama queima

e a vela encerra
segredos de rezas
que sublimam
e animam a alma

que olha o crepúsculo
e em ato robusto
sorri a noite perene
e a estrela primeva

surge no seu olhar
distante e sideral
que mira os sonhos
que vigia os cumes

dos picos dos vaga-lumes
que ziguezagueiam
por entre as esferas
azuis transcendentes

que envolvem o amor
que eu guardo às flores
cultivadas sem dores
às luzes multicores.


Jonas Rogerio Sanches
Imagem: Google

Um comentário:

  1. Bom dia, Jonas. Eu já o conhecia através dos grupos no facebook.
    A linguagem dos seus poemas é objeto de ler e reler.
    Não sei como ainda eu não havia vindo aqui.
    Gostei do seu blog, fiz-me seguidora.
    Parabéns pelos seus livros e muito sucesso.
    Achei lindo esse seu poema, de um romantismo doce e sereno, onde as cenas são facilmentes visualizadas pela alma!
    Tenha um dia de paz!
    Beijos na alma!

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