terça-feira, 27 de novembro de 2012

Minha Poesia e um Peito que Sangra

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Não tente olhar meus olhos lacrimosos
pois minhas mortes são eternidades
e não tente compreender meus sonhos
pois o meu amor é grande e rompe eras.

Não tente olhar as minhas letras
pois foram buriladas com fogos-fátuos
e minha pena é da terra do pássaro do sol
que derrama paixões no meu coração partido.

Não tente compreender meus quereres
pois eles podem se tornar suas quimeras
então apenas contemple os significados
desse sentimento que tenho na minh’alma.

Não tente me agradar ou agradecer
eu não quero nada além do seu afago
e sei que isso vai além do que vou ter
então guardarei minhas lástimas aos anjos.

Não tente festejar os meus dias
pois eles são frios e podem machucar
e neles moram poesias tristes
que jorram desse meu peito sangrento.

Se ainda eu pudesse sobreviver
para morar no seu templo coração
eu seria feliz e não mais prantearia
mas, sei que mesmo perto você está distante.

E somente no dia da minha partida
tudo fará mais uma vez sentido
pois, então serão revelados todos meus poemas
e neles você lerá o que eu sinto por você.


Jonas Rogerio Sanches
Imagem: Google

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