terça-feira, 2 de agosto de 2011

Contínuo

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Me pego sentado ao meio-fio
Olhando o caminhar dos transeuntes
Pensamentos dispersos... Ao léu
Reunidos novamente em um instante

Fictícios os papéis de cada um
Ou serão reais e verdadeiros
No teatro da vida eu sou mais um
Com meus instintos e desejos derradeiros

Mas no semblante fica o mistério
O íntimo e perigoso do ser
Repousarei meu corpo... Na campa
Enquanto minh’alma continua viver


Jonas Rogerio Sanches
Imagem: Google

2 comentários:

  1. Sua poesia nos mostra que cada ser éum mundo a parte, que nesta vida cada um cumpre o papel que
    lhe foi atribuido, mas o que vai no íntimo de cada ser, o que ele realmente é, até para ele pode ser mistério, apenas se descobrindo depois que fizer alçada, liberto se integrando com todo o seu verdadeiro eu, ele com certeza descobrirá quem realmente foi e no que se tornou, belo poema amei, beijos Luconi

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  2. Poesia de muita força e sugestiva, dando a idéia de que somos seres que, no teatro da vida, nos transmutamos em verdadeiros ou fictícios.
    Gostei muito de sua poesia.
    Incita-nos, inclusive, a descobrirmos ou redescobrirmos quem é o nosso real "eu".
    Um beijo,
    Maria Paraguassu.

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