quinta-feira, 26 de maio de 2011

Calor do Amor

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Quando empunho a caneta sou poeta
De versos mil... Imaginação repleta
Transformo em letras os pensamentos
E em versos os sentimentos

Quando medito sou vento
Que varre a imensidão
Longe do mundo... Fora do tempo
Sou microcosmo na vastidão

Quando eu caminho sou água
Que com destreza contorna os obstáculos
Pensamentos que correm límpidos
Nessa vida de espetáculos

Mas quando amo sou fogo
Que queima e transforma a alma
Dirige-me em direção ao meu amor
E nos consumimos em chamas... Em calor

Jonas Rogerio Sanches
Imagem: Google

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