segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Donzela da Chuva

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Um clarão vem do céu
Com um estrondo a segui-lo
Coração disparando
E o vento zunindo

Escurece o horizonte
Nobre sol fica timido
Firmamento pesado
Sentimento inibido

Passa de guarda-chuva
Com formosa leveza
Fico extasiado
Com divina beleza

O brilho de seus olhos
De misterioso encanto
Me olha disfarçada
Escondendo seu pranto

Doce e linda menina
De sorriso e deleite
Recordarei seu semblante
Hoje e eternamente

Jonas Rogerio Sanches

Um comentário:

  1. Oi!Lindo poema!É muito bom visitar seu blog!!Boa semana!!

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